Livro Eu não moro mais em mim da autora Gabrielle Soares Barbosa

Eu não moro mais em mim – LIVRO

Para conseguir a graduação de jornalismo eu precisava fazer um Trabalho de Conclusão de Curso como em toda faculdade. O fato é que eu queria e precisava que meu TCC fosse algo relevante pra mim e pro mundo. Eu precisava que fosse um trabalho social, porque o jornalismo é, antes de qualquer outra coisa um trabalho social a serviço do outro. O jornalismo nunca é para o jornalista, é sempre para o telespectador/ o ouvinte/ o leitor. Jornalismo é sempre para a sociedade e sempre sobre a sociedade.

Transtorno alimentar

Segura de que eu queria e precisava fazer algo social me senti na responsabilidade de olhar ao meu redor e tentar enxergar o que, de certa forma, ninguém conseguia ver ou ainda que tinha dificuldade de falar.

Sempre fui apaixonada por moda e quando estava no Ensino Médio uma das minhas melhores amigas teve anorexia. Na mesma época, uma garota que era enaltecida nas redes socais pela sua magreza morreu em decorrência da anorexia. Me lembrei que na época tudo aquilo havia mexido muito comigo. Pensei: pronto! Poucas pessoas falavam sobre esse assunto e seria um tema relevante pra sociedade.

No meu terceiro ano de faculdade comecei meu estudos sobre o tema. Por gostar de moda minha ideia principal era falar dos transtornos alimentares das modelos. Elas são extremamente oprimidas pelos padrões exigidos nas passarelas. O que aconteceu é que meus estudos começaram a mostrar que muitas pessoas comuns sofriam de transtornos alimentares.  E por mais que esse assunto não fosse debatido, quando chegava a ser pauta era sempre sobre modelos. Ninguém sabia de pessoas normais. Pessoas que não tinham um padrão tão acirrado para conseguir trabalho e que mesmo assim sofriam profundamente com a busca pela magreza.

Eu não moro mais em mim

Era impossível fazer um vídeo sobre o tema. Geraria uma exposição para os entrevistados que não era o que eu queria. Além do mais, a escrita sempre teve muito mais a ver comigo do que os vídeos. Eu me expressava muito melhor escrevendo e então decidi que faria um livro reportagem sobre transtornos alimentares e padrões irreais de beleza.

O Eu não moro mais em mim demorou para chegar como título, na verdade, foi uma das últimas coisas a ser feita. Mas passa a reflexão que eu planejava: uma pessoa com transtorno alimentar é uma pessoa que deixou de morar no seu corpo. Casa é onde a gente se sente à vontade e essa pessoa não se reconhece mais nessa casa. Era um sofrimento absurdo sempre visto como uma fase que passaria em breve ou pura vaidade.

Entendi que meu papel seria difícil: mostrar que as doenças mentais são mais comuns que imaginamos e assim como um problema de coluna, precisam de tratamento. Era doença e não fase. Além disso tinha alto índice de morte.

O que eu espero

O que eu precisava agora era buscar as histórias que eu contaria e defini que cada personagem traria foco em um tema. Todo o processo de busca foi cuidados e me envolvi muitos com as pessoas que se tornaram meus amigos queridos. Muito além de tudo isso, não posso te contar ainda. Uma hora você irá saber mais. Eu espero que uma hora o Eu não moro mais em mim esteja nas suas mãos. Eu espero que uma hora o Eu não moro mais em mim esteja por toda parte. Mas quanto isso, podemos falar um pouco sobre ele por aqui! <3

Eu espero, de todo coração que um pouquinho do que escrevo aqui, te faça enxergar esse assunto de forma diferente e principalmente livre de preconceitos. Doenças mentais são doenças e tá tudo bem.

Rede Record e Museu da Faap

Olá galero !

Ando correndo por aqui por isso estou atrasada com os posts , mas enfim , tenho muitas coisas legais pra contar !

Dia 12/09 fui com o pessoal da faculdade fazer uma visita técnica na Rede Record em São Paulo . Pra nós que fazemos jornalismo esse contato com uma grande empresa da nossa área foi incrível !

look do dia  Chegamos em Sampa e fomos no Museu da Faap , que é junto da faculdade( a entrada é gratuita ) , quase caí dura no chão quando a educadora que nos guiou na visita disse que a exposição era do fotógrafo Mario Testino: ” In your face “.mario testino

Pra quem não conhece , Testino é um dos grandes nomes de fotografia de Moda no mundo . Fotografou a maravilhosa Gisele , Gaga , JLo , Beyoncé e tantas outras celebridades .JLogisele

É conhecido pela sua ousadia e pelas fotos com conceitos ricos e que possuem início e fim : ao ver a foto seguimos um percurso .

in your face

É considerado um dos fotógrafos contemporâneos mais influentes – com fotos publicadas na Vogue , Vanity Fair e V Magazine , com campanhas publicitárias para Chanel , Gucci , Dolce&Gabbana e Versace – sua exposição é  marcada por cores intensas e revigorantes .

duas fotos testino

Também estivemos na exposição ” Pérolas ” onde aprendemos muita coisa sobre como surgem as pérolas , como são cultivadas em diferentes países . Só fiquei chatiada porque quando cheguei lá todas as minhas tiaras de pérolas e diamantes estavam lá … Chato isso viu ? 🙁 hahahahha

Fomos almoçar no West Plaza e foi a maior alegria ! West Plaza é um shopping que conheço faz tempo por ser perto da casa dos meus tios …west plazaChegando na Record fomos levados a conhecer alguns cenários , algumas redações … a cada passo era uma emoção maior : sabe criança em um quarto cheio de brinquedos ? Éramos nós naquele lugar com os olhinhos brilhando e pedindo para trabalhar de graça ! #ContrataNóis

redação rede record Nem tudo são flores e nos decepcionamos muito com o Marcelo Rezende ( aquele que fala ” Coooorta pra mim!”) , realmente ele não faz o tipo de jornalismo que eu admiro , mas como jornalistas que seremos , todos nós vemos a importância do trabalho que ele faz . Até porque ele está em uma posição muito boa . Enfim , um grosso ! Passou do nosso e nem um oi de longe falou : fez questão de passsar mais rápido quando nos viu e quando pedimos pra tirar foto gritou com uma outra pessoa – pra mostrar que não iria falar com a gente . Ridículo !

Temos aprendido na faculdade que jornalista é , acima de qualquer outra coisa , prestador de serviço . Prestador de serviço pra sociedade e jamais famoso . O Bonner é famoso ! Famoso porque faz impecavelmente seu trabalho de prestador de serviço e é reconhecido por isso . Agora , querido Marcelo Rezende , com esse seu jornalismo apelativo e sensacionalista não se dá ao trabalho de falar um oizinnho de longe pra estudantes de jornalismo ? Ah é muito pra minha cabeça ! A verdade é que saímos nervosos com isso e sabendo que ele é o tipo de jornalista que não queremos ser – por mais que antes não queríamos , tivemos a ideia reforçada .

Ana Hickman deusa absoluta fez tchauzinho de longe porque o progama estava em gravação e o Brito Jr também , abrimos a geladeira do Edu Guedes – que só tinha suco hahaha – e assistimos – encantados – a gravação do Record News . Momento que saímos quase chorando do estúdio pra ser bem sincera !  hahahaha

gravação record news

Diversão maior : estúdio virtual ! O estúdio virtual é todo azul e eles projetam o cenários dos jornais.

IMG_20140917_114811 #MãeTôNaTv

estudio virtual record

Na volta , passamos no shopping Dom Pedro , em Campinas e não resisti por a um Starbucks <3

starbucks morango cream Tá , não posso deixar de falar da nossa cantoria ! hahahahaha Viemos de São Paulo a São João cantando tudo que vocês possa imaginar : Xuxa ? Cantamos ! Ls Jack ? Cantamos ! Felipe Dylon ? Cantamos ! Zezé de Camargo ? Cantamos !

Essas viagens assim são muito legais primeiro porque aprendemos muito e segundo porque nos une ♥

grupo jornalismo

visita técnica record

Escrever é o melhor remédio

Pouca coisas na vida aliviam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida nos angustiam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida desesperam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida são tão difíceis quanto escrever.

Minha regra para a vida sempre foi: tá triste? Escreva. Tá feliz? Escreva também. A gente organiza os pensamentos e, talvez, seja o único momento em que conseguimos ser verdadeiros conosco. Não é simples despejar um turbilhão de pensamentos em palavras, mas, ainda assim, escrever é o melhor remédio.

Escrever pode te ajudar a curar a sua loucura ou o pontapé que precisava para perceber que está louco. Preencher um papel em branco pode ser a tarefa mais complicada e mais fácil ao mesmo tempo. A escrita é uma arte que vem, naturalmente, com os dois lados da moeda. Não é nada banal, ainda mais quando você está falando dos seus sentimentos, mas é bom mesmo assim.

Escreva, mundo, escreva. A ideia não é ser um novo Shakespeare, mas poder se expressar de alguma forma. Algumas pessoas cantam, tocam, pintam quadros, dançam. Eu? Escrevo. Por mais complicado que possa parecer (e ser!), coisas difíceis se tornam fáceis com a prática.

Não importa se é à mão ou digitado: colocar pra fora na forma de escrita é a melhor forma de nos entendermos, porque poucas coisas na vida são tão libertadoras quanto escrever.

Poucas coisas na vida aliviam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida nos angustiam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida desesperam tanto quanto escrever. Poucas coisas na vida são tão difíceis quanto escrever.

Minha regra para a vida sempre foi: tá triste? Escreva. Tá feliz? Escreva também. A gente organiza os pensamentos e, talvez, seja o único momento em que conseguimos ser verdadeiros conosco. Não é simples despejar um turbilhão de pensamentos em palavras, mas, ainda assim, escrever é o melhor remédio.

Escrever pode te ajudar a curar a sua loucura ou o pontapé que precisava para perceber que está louco. Preencher um papel em branco pode ser a tarefa mais complicada e mais fácil ao mesmo tempo. A escrita é uma arte que vem, naturalmente, com os dois lados da moeda. Não é nada banal, ainda mais quando você está falando dos seus sentimentos, mas é bom mesmo assim.

Escreva, mundo, escreva. A ideia não é ser um novo Shakespeare, mas poder se expressar de alguma forma. Algumas pessoas cantam, tocam, pintam quadros, dançam. Eu? Escrevo. Por mais complicado que possa parecer (e ser!), coisas difíceis se tornam fáceis com a prática.

Não importa se é à mão ou digitado: colocar pra fora na forma de escrita é a melhor forma de nos entendermos, porque poucas coisas na vida são tão libertadoras quanto escrever.

Texto de Gabriela Barbosa para o meu blog favorito , o Depois dos Quinze e que muito me identifiquei . <3

Quase que segunda opção

Na verdade jornalismo sempre foi segunda opção . Dessas que você escolhe se a anterior não dá certo . Também tinha uma terceira opção afinal , nunca se sabe … A minha ordem era : Moda , Jornalismo e Artes Cênicas . Minha sequência seguia inabalável a vida inteira até o terceiro ano do Ensino Médio .

Por algum motivo sobrenatural ou ajuda do destino , mesmo após ter passado no vestibular de Moda as dúvidas se tornaram mais fortes que as certezas . Até que comecei a perceber que nas horas vagas eu não fazia desenhos de moda , os famosos croquis porque na verdade eu preferia ler e escrever sobre moda . Entre estar montando uma coleção para um desfile do SPFW prefiro estar na imprensa . Entre estar em um ateliê acho mais legal a redação .Nesse momento ( na verdade em todas as madrugadas do último ano na escola ) o jornalismo me escolheu e eu não tive muito como fugir .

Aos poucos percebi que sempre quis ser jornalista , só não sabia decifrar meus desejos . Hoje , se fosse para traçar uma meta , olharia para o ano de 2009 , quando , pela primeira vez , entrei na redação da Editora Abril e me vi em cada parte daquele lugar . Vi em cada uma das redatoras e editoras de revistas de moda o que hoje eu almejo para daqui 4 anos .

livrosecrever

Sobre : Faculdade

Segunda comecei uma das fases mais esperadas da vida de todo adolescente : A Faculdade !

Eu sempre quis cursar Moda e até então me via total e unicamente nessa profissão porém no final do ano passado ( ano em que formei o terceiro ano do Ensino Médio ) , as dúvidas começaram a serem maiores que a certezas … Me pegava em alguns conflitos internos que me deixavam em dúvida sobre aquilo realmente ser o que eu queria . Gente , como é difícil  estar no final do Ensino Médio e ter que lidar com tudo que isso implica !

Enfim , após mil conselhos e dois milhões de reflexões cheguei á conclusão que queria fazer Jornalismo ! O curso me abriria portas em um leque de áreas e as matérias da grade curricular me agradavam muito . Hoje , uma semana depois que eu comecei o curso , apesar de não ter passado por todas as aulas e por a maioria delas termos passado nos apresentando eu digo : AINDA BEM QUE ESCOLHI JORNALISMO ! Sei que ainda tenho muito tempo ( precisamente 4 anos ) , mas já consigo ver o quanto vou gostar do curso , dos professores , dos colegas de sala …

O pessoal de Jornalismo tem uma característica marcante : o bom humor e boa comunicação, me senti super aconchegada na minha sala ( Valeu amigos de Jornalismo !) além disso a faculdade é muito legal ! Temos váaaaaaaaarias aulas no Labcom ( Laboratório usado para Jornalismo e Publicidade ) e o meu curso – Comunicação Social – Jornalismo – teve nota 5 no Enade , ou seja , maior nota possível . (http://fae.br/novo/)

Bom , é isso ! Espero que eu ainda possa contar outras mil novidades sobre a faculdade e que eu possa continuar gostando . Quem me acompanha ? 😉